Fiscal mata à queima-roupa segurança que tentou proteger Palanca no parque da Cangandala

Um fiscal da Reserva Nacional do Luando está a ser acusado de atirar mortalmente contra um segurança do Parque Nacional da Cangandala, com recurso a uma arma de caça, quando este tentava impedi-lo de caçar naquele território, conhecido mundialmente por albergar as últimas manadas de “palancas negras”.

A detenção do homem ocorreu no Domingo, no município de Cangandala, numa operação realizada pelo Serviço de Investigação Criminal, avança o porta-voz do SIC-Malanje Augusto Barros André.

O crime ocorreu no interior do parque, quando o segurança, em companhia de mais três colegas, realizava o serviço de patrulhamento e se depararam com pegadas humanas no local.

Ao seguirem os vestígios, apanharam em flagrante o acusado a caçar de forma clandestina, os operativos tentaram impedi-lo, mas o fiscal ficou aborrecido, muniu-se de uma arma do tipo caçadeira e fez um tiro à queima-roupa contra um segurança que não aguentou o ferimento tendo morrido de imediato. O homicida colocou-se em fuga.

O SIC apercebeu-se da situação por conta de uma participação que as testemunhas fizeram ao piquete municipal de Cangandala. Após receber todos os dados do acusado, as autoridades despoletaram uma investigação que culminou na localização e detenção do homem, este Domingo, 22. O fiscal de 44 anos já se encontra detido e será encaminhado para o juiz de garantia.

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